Translate

domingo, 1 de julho de 2018

Janah Silva, autora de Flores Raras

Enrevista

Hoje, o Para gostar de Ler Brasil traz uma entrevista com Janah Silva, autora de Flores Raras.

Onde adquirir: Flores Raras na Amazon

Janah Silva

Entrevista: Para Gostar de Ler e Para Gostar de Ler Brasil ( E todas as Redes Sociais ligadas)
Estamos aqui entrevistando Janah Silva, autora de Flores Raras,  um lançamento de sucesso.
Vamos às perguntas:

    1 -  Qual é a sua inspiração na hora de escrever? Já se inspirou em outros autores para escrever?

Minha maior inspiração vem de tudo o que me rodeia. Desde o simples até o mais complexo. O silêncio é um fiel companheiro inspirador que me auxilia a traduzir para o papel o que minha mente maluca grita. Mas isso não quer dizer que a música não seja super bem-vinda para desenvolver uma determinada cena, mas é raro.  A natureza também me inspira muito. Quanto a se inspirar em outros autores, acontece sempre. Sou de fase, e sempre monopolizo um determinado autor em algumas épocas, principalmente se o gênero coincidir com o que estou criando naquele momento. Gosto de aprender com eles a forma de conduzir uma história, principalmente quando o propósito é levar o leitor à reflexão sobre um determinado tema.

   2-Cite três escritores nacionais e três internacionais que você admira. Que livro e autor você acha que todos deveriam ler pelo menos uma vez na vida?

Internacionais: Jane Austen, Sidney Sheldon e Dani Atkins
Nacionais: São tantos que fica difícil escolher só três, mas amo os escritos da Naiara Aimee, Debora Marinho e Lena Rossi. São inspiradoras.
Para quem ama mocinhas determinadas e fortes, acho que todo mundo deveria dar uma chance a Jane Eyre da Charlotte Bronte

   3-  O que você acha de seus leitores?

Além de serem as pessoas mais incríveis da face da terra? Que são um presente na minha vida, por dedicarem tempo e carinho a uma autora desconhecida. É indescritível saber que pessoas são tocadas com o que escrevo, é a realização de um propósito que me deixa muito feliz.

   4-  Qual foi o livro que te fez entrar no mundo da leitura?

Na verdade foram o Gibis da turma da mônica. Mauricio Souza foi o responsável por eu adquirir o amor pela leitura aos 8 anos de idade.

5 - Você tem inspiração ou ajuda de outros autores para escrever?

Tenho ajuda de autoras como beta-readers. Não vivo mais sem o apoio delas para desenvolver um trabalho. E elas sempre me inspiram com seus feedbacks gentis.

6 - Você já se inspirou em alguma música ou banda para escrever?

                Já, mas não caracterizando uma história diretamente a eles. Foi mais para desenvolvimento de cenas e cenários. Tenho uma playlist para cada história romance que escrevi. Mas também tenho um projeto para desenvolver um conto para uma música, um presente para uma amiga que está atrasadíssimo e que, por enquanto, ainda é apenas um rascunho.

7 - Você teve alguma dificuldade para publicar seu livro?

                Tive e ainda tenho. Acho que a maior dificuldade é na hora da divulgação. Convencer o leitor e se fazer notável no meio de tanta gente talentosa.

8 - Como você lida com comentários negativos sobre seus livros?

Hoje lido bem. Aprendi a filtrar o que é um comentário construtivo e o que é feito por maldade pura e simplesmente. Adoro quando apontam algo que discordam, ou quando questionam, acredito que essa é uma forma de crescer, amadurecer e aprender a errar menos em alguns aspectos.

9 - Se eu fosse para uma ilha deserta eu levaria...

Livros, papel, canetas e pipoca kkk

10 - Qual o seu livro preferido na atualidade?

A Lista de Brett, da Lori Nelson Spielman. Uma história tão profunda e cheia de sentimentos. Que narra verdades de uma forma delicada e tocante.

11- Qual seu maior sonho como escritor(a)?

Poder viver da escrita e ver minhas histórias tocando, de alguma forma, o coração das pessoas.

12 - Como é a sensação de saber que as pessoas leem seu livro? E postam foto nas redes sociais e comentam sobre ele com os amigos e familiares?

Gratidão. É muito bom saber que o livro supera as expectativas a ponto de as pessoas quererem compartilhar com outras suas experiencias com a leitura. Fico emocionada com as fotos e comentários. Me impulsionam a seguir em frente e me dedicar cada dia mais, por mim e por eles.

13 - O que te inspirou, qual foi a sua experiência ao escrever o seu livro.? Como surgiram os personagens? Você se inspirou em alguma pessoa que você conhece?

Flores Raras nasceu a partir de um sonho meio maluco que tive. Nele eu era a telespectadora de uma roda de amigos em uma festa de aniversário, e onde veio a acontecer um escândalo. Nessa roda, os convidados tinham silhuetas definidas, mas seus rostos eram censurados a mim. Acordei e pensei: preciso dar um rosto para essa gente. A história nasceu, literalmente, a partir deste ponto. A mensagem principal veio depois. Fui desenvolvendo o enredo e amarrando as ideias do meio para o fim, e só depois de definir bem a direção da narrativa, é que comecei a elaborar o início.

14 – Se o seu livro virasse um filme, qual seria a música que o representaria?

Photograph – Ed Sheeran



Muito obrigada novamente Janah Silva, você deseja falar mais alguma coisa para os leitores e seguidores de Para Gostar de Ler e Para Gostar de Ler Brasil?

                Agradeço pela oportunidade. Aos leitores e toda a família do blog, pelo carinho e por fortalecer a esperança de um autor nacional dando-nos apoio. Minha jornada torna-se muito mais valiosa e prazerosa  com vocês ao meu lado.


quarta-feira, 13 de junho de 2018

Entrevista com a autora Giovana Taveira

Projeto Abrace um Autor Nacional.

Hoje trazemos a Giovana Taveira, autora do fantástico livro Entre Will & Vodka (aguardem resenha) em uma entrevista. Acompanhem:



1- Qual é a sua inspiração na hora de escrever? Já se inspirou em outros autores para escrever?

Eu sou observadora, então quase tudo me inspira, mesmo as coisas ruins. Minha inspiração vem ao questionar o tipo de coisa que gostaria de ler. Fico me perguntando se o que estou escrevendo me agradaria se eu fosse o leitor. Sim, eu frequentemente me inspiro em autores e na forma como eles conduzem a escrita, passando uma mensagem complexa por um texto simples.

2- Cite três escritores nacionais e três internacionais que você admira. Que livro e autor você acha que todos deveriam ler pelo menos uma vez na vida?

Nacionais há vários, mas vou citar minhas amigas de escrita Natalia Saj, Cássia Carducci e Emanuelle de Almeida.
De internacionais, eu gosto bastante de Bukowski, Rupi Kaur e Emily Brönte.
Acho que todos deveriam ler Clube da Luta, de Chuck Palahniuk.

3- O que você acha de seus leitores?

Acho que são as pessoas mais incríveis e gentis do mundo, e não penso isso só por lerem o que escrevo, mas porque eles deram chance a uma pessoa desconhecida, eles gastam seu tempo com algo que eu escrevi, e me mandam mensagens dizendo o que acharam. Eles me deram oportunidades. Se isso não for ser incrível e gentil, então não sei o que é.

4- Qual foi o livro que te fez entrar no mundo da leitura?

O Morro dos Ventos Uivantes, de Emily Bronte. Foi quando percebi que podia ler o que eu quisesse, sem ter a obrigação de fazer resumos ou provas escolares. Só por prazer. 

5 - Você tem inspiração ou ajuda de outros autores para escrever?

Com certeza, tenho vários amigos nesse meio, e eles me ajudam o tempo todo. Leem cenas para ver se ficou real, se está passando a mensagem, estruturação de roteiro... Nos ajudamos em várias coisas. E, sim, além da inspiração de grandes escritores, me inspiro na vida dos meus amigos, no caminho que eles fizeram para chegar onde estão e na própria superação do dia a dia. Cada um me inspira de um jeito diferente e me dá forças.

6 - Você já se inspirou em alguma música ou banda para escrever?

Sim, faço isso o tempo todo. Tenho uma playlist para cada história.

7 - Você teve alguma dificuldade para publicar seu livro?

Tive, e ainda tenho depois que foi publicado. Acho que as dificuldades nunca acabam, porque quando não são as da escrita, próprias da criação, são as relacionadas ao processo de publicar e a divulgação. É uma luta todo dia.

8 - Como você lida com comentários negativos sobre seus livros?

Por enquanto ainda não tive nenhum, só comentários bacanas e incentivadores. Mas acho que mesmo as críticas ruins, quando fundamentadas, nos ensinam alguma coisa.

9 - Se eu fosse para uma ilha deserta eu levaria...

Meu computador e vários livros.

10 - Qual o seu livro preferido na atualidade?

No momento estou apaixonada por Outros Jeitos de Usar a Boca, da Rupi Kaur, e O Que o Sol Faz Com as Flores, da mesma autora. É de uma delicadeza e profundidade, que me deixaram com ressaca.

11- Qual seu maior sonho como escritor(a)?

Conseguir viver disso, mas se não conseguir, que meus livros toquem a maior quantidade de pessoas possível.

12 - Como é a sensação de saber que as pessoas leem seu livro? E postam foto nas redes sociais e comentam sobre ele com os amigos e familiares?

É muito bom saber que tem gente lendo, comentando e falando sobre ele. É uma sensação boa ao saber que as pessoas gostaram o bastante para recomendar aos amigos e postar nas redes sociais. Acho que isso significa que tiveram uma boa leitura, então me sinto muito feliz com cada postagem ou arte que eles me mandam. Uma vontade enorme de abraçar cada um e agradecer.

13 - O que te inspirou, qual foi a sua experiência ao escrever o seu livro.? Como surgiram os personagens? Você se inspirou em alguma pessoa que você conhece?

Em Entre Will & Vodka fui inspirada por coisas que observei no cotidiano e no próprio mundo literário. Escrever algo delicado, buscando tocar em tudo o que as pessoas têm em comum e mostrar que um relacionamento é construído por reciprocidade foi algo muito peculiar. Ao mesmo tempo que tive medo de romantizar alguma coisa errada e não atingir o objetivo, isso me dava forças para me manter firme na linha de narração. As personagens geralmente surgem sozinhas na minha cabeça, elas mesmas se constroem, não busco inspiração em pessoas próximas, mas sempre acabo incluindo algo que observo, é inevitável.

14 – Se o seu livro virasse um filme, qual seria a música que o representaria?


Acho que I Hate U, I Love U, do Gnash feat. Olivia O’Brien se encaixaria bem.


Muito obrigada novamente Giovana, você deseja falar mais alguma coisa para os leitores e seguidores de Para Gostar de Ler e Para Gostar de Ler Brasil?

Eu que agradeço pela oportunidade. Gostaria de agradecer também a cada leitor e o carinho que recebo de todos. Obrigada mesmo, de coração. Vocês fazem tudo valer a pena.


sexta-feira, 8 de junho de 2018

Apoiando a literatura nacional #3 - Francélia Pereira





Novo Vídeo no canal: Artemísia, a guerreira de
Habitantes do Cosmos - LN​, da autora Francélia Pereira​.
Inscrevam-se no canal e deixem seu joinha!
Não reparem na cara, pessoal. Eu to meio dodói!


Sinopse:

Após uma grande catástrofe na Terra, os humanos tiveram que migrar pelo Sistema Solar, que ficou conhecido como Sistema Apolo. O ano da catástrofe se tornou o ano zero, pois marcou a nova contagem do tempo.

No século XVI desse novo tempo nasce, em Vênus, uma menina destinada a ser uma grande guerreira, mas ela nasceu no Clã, a última sociedade patriarcal de Apolo e, aos dez anos, ela viu seu destino mudar radicalmente.
Conheça toda a história de Artemísia, a guerreira mais temida de Apolo.


quinta-feira, 7 de junho de 2018

Um Anjo entre os Escombros, in Sentimentos e Sentenças: Primeiras impressões.

Primeiras Impressões 

Conto Um Anjo entre os Escombros (Sentimentos e sentenças - conto 1)

Autor: Kelvin Henique
Editora Sekhmet


O conto Um Anjo entre os Escombros é parte do livro Sentimentos e Sentenças, do autor Kelvin Henrique, e conta a história de Harry e Helena, doi sobreviventes de uma queda de meteoro que devastou o Brasil e causou a perda das famílias de ambos.
Num cenário apocalíptico, os dois se apaixonam e Harry, mesmo se sentindo culpado, decide viver esse sentimento.

Como toda história com esse cenário, essa me deixou angustiada. Tenho a imaginação muito fértil e sei que tais catástrofes podem e vão acontecer. Não hoje, não agora, mas isso não me impede de ficar pensando. Esse conto teve o poder de aprofundar mais ainda o sentimento de brevidade que tenho dentro de mim já faz algum tempo. A vida é tão frágil, tão estupidamente efêmera, que não tenho, hoje em dia, dado tanta importância a meros detalhes. Kelvin colocou em um momento o que não percebemos a vida toda: que somos pateticamente passageiros.
Gostei do conto, pois gosto do que me angustia e me faz pensar. Gostaria de ler o livro inteiro, se possível. Essa transitoriedade do ser humano, transmitida em um conto, e seu desespero em viver cada segundo que lhes foi dado como uma dádiva, torna a noção de eternidade cada vez mais impossível de ser compreendida e, ao mesmo temo, a possibilidade de vivê-la entra em nossas mentes como o ar que respiramos sem notar.
Acredito que valerá a pena ler o livro completo.


domingo, 3 de junho de 2018

A Makir Edições lança o exemplar físico de AS RECOMPENSAS DO PECADO.

Lançamento.

A Makir Edições anunciou para julho o lançamento do exemplar físico do livro As Recompensas do Pecado, de Rita Flôres.
O livro, que já vinha alcançando um alto índice de vendas na Amazon, já está em pré venda o site da Editora, por enquanto.

Confiram a sinopse e o booktrailer:


"Fillippo estava sem saída: ou se casa com a filha do sócio de seu pai ou permite que um agiota o mate por conta de dívidas de jogo. Ele se rende, mas promete nunca ser o marido ideal. Bem, ele pensa assim até conhecer a linda Dahllett, uma garota cheia de traumas, mas voluntariosa e decidida a tornar a vida de Fillippo um inferno. O que ambos não esperam é a atração entre eles, um desejo que os atormenta e os faz repensar toda aquela situação dolorosa."